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Funceme participa de reunião para criação do Centro Regional sobre o Clima para o Norte da América do Sul

Serão responsáveis por guiar e iniciar as atividades do projeto, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Funceme.

 

FOTO: Diogo Gonçalves 

A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos do Ceará (Funceme), por meio do presidente Eduardo Sávio Martins, foi uma das representantes do Brasil no Workshop sobre o Desenvolvimento de um Sistema de Monitoramento, Alerta Precoce e Mitigação da Seca para a América do Sul, realizado entre os dias 8 e 10 de agosto, na Argentina.

 

Na ocasião, a convite da Organização Meteorológica Mundial (OMM), o gestor do órgão cearense apresentou o trabalho desenvolvido junto ao Monitor de Secas, que é uma ferramenta colaborativa entre os estados do Semiárido brasileiro e coordenado pela Agência Nacional das Águas (ANA) que, mensalmente, desde 2014, lança mapas mostrando a evolução de cinco graus de severidade da seca.

 

Entre as novidades do evento está o protocolo de intenções para a criação do Centro Regional sobre o Clima para o Norte da América do Sul. Hoje o subcontinente já possui dois outros centros, mas que cobrem apenas as áreas do Centro Leste e Centro Sul. Com a novidade, será possível colaborar de forma mais efetiva em termo de informações sobre o clima da região.

 

O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Funceme Serão responsáveis por guiar e iniciar as atividades do projeto.

 

“É uma oportunidade de colaborar ainda mais com estas instituições colocando a Funceme, juntamente com centros nacionais, à frente de uma iniciativa que vem beneficiar ainda mais os usuários das informações de clima na região. A Funceme vem promovendo o uso efetivo das informações por ela gerada em vários setores da economia e isto é a diferencia em relação aos órgãos de mesma natureza.”, ressalta o presidente do órgão.

 

Como parte do compromisso firmado na Argentina, Eduardo Sávio se reunirá com representantes de outros órgãos, em Brasília, no próximo dia 31, para discutir melhorias em torno do monitoramento e previsão climática.

 

“Na Argentina, a gente ressaltou o papel da ANA, como ela vem colocando recursos para fortalecer o monitoramento e os planos de contingência de secas. São ações desta natureza que estamos buscando parcerias, pois não se constrói nada sozinho, em especial, em uma temática que depende de múltiplas esferas e instituições para alcançar os objetivos almejados. O Monitor das Secas apresenta um diferencial neste sentido, pois é feito de forma colaborativa e tem a participação dos estados da região na sua validação”, diz Martins.

 

Modelagem climática

 

O trabalho de monitoramento de secas começou em 2014, a partir de uma assistência técnica do Banco Mundial, demandada pelo Ministério da Integração Nacional. Hoje com três anos em operação, tendo a Funceme atuado até então como instituição central do processo, o Monitor encontra-se consolidado e busca novas parcerias nacionais e internacionais para melhoria do processo de construção do Mapa de Seca da região.

 

Para elaborar o mapa mensal do Monitor das Secas, reúne-se os dados coletados dos demais unidades federativas do Nordeste que são combinados e avaliados. A ANA passou a exercer o papel de instituição central este ano, coordenando as ações da ferramenta, mas ainda contando com o apoio da instituição cearense, além de outros centros estaduais, agregando ainda a Universidade Federal do Ceará (UFC) no processo.

 

“A seca chega sem aviso, sem um grande evento causado - ao contrário das cheias provocadas por tormentas intensas. Ao contrário, ela vai chegando devagar e quando você percebe, os impactos já estão sendo sentidos. O fato de estarmos, de forma sistemática, todos os meses analisando esses dados, discutindo a situação de seca em vários locais do Estado, o nível de atenção ao fenômeno é mantido, o que é algo importante no seu gerenciamento”, reforça o gestor da Fundação.

 

O Monitor das Secas ganhará um reforço em breve, pois Funceme já trabalha em um aplicativo para smartphone que permitirá um maior acompanhamento por parte da população em geral.

 

Dados atuais

 

Em julho, o nível de severidade da seca do Ceará pouco mudou. No mês de junho, a taxa do Estado sem seca era de 36,25% caindo para 28%. A expansão da área com seca deu-se ao Norte do Estado, a partir do leve aumento da área da categoria seca fraca, mas permanecendo a área maior aquela correspondente a situação sem seca. De forma geral, nas áreas que apresentam condições de seca, o Estado está com níveis que vão da intensidade fraca até a extrema, com a situação excepcional quase zero.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
22 de agosto de 2017

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