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Seca tem alívio discreto no Noroeste do Estado, mas avança no Baixo Jaguaribe

Monitor de Secas do Nordeste teve mapa de janeiro divulgado ontem, 14/02

 

As precipitações acumuladas durante o último mês da pré-estação chuvosa no Ceará (janeiro) ficaram abaixo da média mensal, e causaram diferentes impactos nas regiões cearenses. De acordo com o último mapa do Monitor de Secas do Nordeste (MSNE), divulgado nesta terça-feira, 14 de fevereiro de 2017, as chuvas de janeiro trouxeram uma discreta melhora para a região noroeste do Estado. A notícia só não chega a ser positiva porque, no comparativo com o mapa do MSNE de dezembro de 2016, foi observada nas demais regiões a permanência dos graus mais severos de estiagem ou até o avanço da seca mais grave, como ocorreu no Baixo Jaguaribe. As informações podem ser conferidas na comparação dos mapas abaixo:

 

 

 

De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia de Recursos Hídricos (Funceme) a melhora observada aconteceu devido a uma melhor distribuição espacial da chuva nessa região. Houve registro de chuvas de média e fraca intensidade em 11 dias de janeiro no noroeste cearense e isso tem impacto mais eficiente para reverter o quadro da seca do que o que foi registrado no Cariri, por exemplo, onde houve quatro dias não consecutivos de chuvas de média e alta intensidade, intercalados com períodos sem precipitações.

 

Outros estados

 

Com relação ao Nordeste, as maiores precipitações de janeiro de 2017 foram registradas no estado do Maranhão, onde os valores variaram entre 150 e 300 mm, sendo as chuvas bem distribuídas em todo o estado e também no tempo, com chuvas em praticamente todos os dias do mês. As chuvas desse período estiveram associadas a Zona de Convergência Intertropical, por isso os maiores volumes ficaram concentrados nas áreas mais ao norte da região Nordeste.

 

 

 

Dessa forma, As chuvas que ocorreram em janeiro contribuíram para melhorar as condições de seca no Maranhão, onde houve uma redução da intensidade da seca bem como alteração nos impactos que eram de curto e longo prazo, ficando com impactos apenas de longo prazo. Houve expansão da seca para o sul da Bahia, e pouca alteração nas outras áreas da Região. O Monitor de Secas pode ser acessado gratuitamente pelo link http://monitordesecas.ana.gov.br/ .

 


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
15 de fevereiro de 2017

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